O Povo Kyrgyz é um dos povos nômades Turcos que vagaram a Ásia Central durante séculos. O modo de vida nômade era tão arraigado na psicologia Kyrgyz que até mesmo o sistema comunista de produção mostrou-se incapaz de derrubá-lo. Embora gratos pelos Bolcheviques por tê-los salvo da colonização Tsarist, os Kyrgyz nunca sucumbiram totalmente a filosofia política do comunismo. Muito Kyrgyz fugiram p/ as montanhas que bordeiam a China onde formou-se a Região Autônoma dos Kyrgyz, na Província de Xinjiang.

Os cemitérios Kyrgyz são lugares interessantes, fixam-se em chão alto, um pequeno mausoléu é construído e uma armação de uma yurta é colocado em cima da sepultura.

Antes da Independência 85% da população vivia em regiões rurais. Porém com a recente tendência de urbanização essa porcentagem caiu p/ 61%.

Os Kyrgyz produziram suficiente leitelho , iogurte e queijo para alimentar a União Soviética. A coluna vertebral da economia, por séculos , provém dos animais (Ovelha e cavalo). Por séculos um cavalo ou ovelha foram usados como moeda corrente para trocas de bens.

O melhor tipo de proteína para maioria da população provém do Korut (bolinhas de queijo feitos com leite de ovelha), Koumiss ou Kunys (leite de égua fermentado). Em 1840, os médicos Russos descobriram que Koumiss possuem propriedades curativas são usadas para tratar tuberculose, anemia, doenças crônicas do pulmão.

Cavalos:

Os pôneis sempre foram preciosas possessões, pois eram fortes e robustos, criados para viajar grandes distâncias com rebanhos de animais. A carne de cavalo é uma comida venerada. Em celebrações a carne de cavalo é o principal prato.

Atividades de Equitação:

A caça, especialmente com águias, ainda é praticada em certas regiões do Quirguistão e Casaquistão. A captura e treinamento das águias é uma atividade ritualizada. Elas sempre retornam depois de quebrarem o pescoço de sua presa.

Alimentação:

Quando um hóspede chegar será morta uma ovelha. E farão o famoso "beshbarmak", a cabeça do animal será oferecido ao mais ilustre visitante. A ovelha também provê o feltro, tão usados nas yurtas. O tradicional método é ainda empregado. Onde um círculo de mulheres trilham a lã. Isto é enrolando e saturado de água. Para fazer uma yurta é preciso entre 130-170 Km de lã e uma família precisa de um rebanho de 33 ovelhas/ ano p/ sua alimentação básica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aguarde...em breve !