foto: Adriano Gambarini
O ritmo do fazenda foi há muito adaptado às variações desta natureza caprichosa. Na fazenda, casa da sede tornou-se ou vem se tornando o local de hospedagem turística, o dia começa cedo. Aliás o dia começa no alto da noite, lá pelas quatro da manhã, quando o ritual de despertar das aves se inicia.

Os homens se levantam, tomam um cafezinho e saem no trabalho da lida: correm os campos, alimentam o gado, retiram o leite, vistoriam as vacas - tem sempre uma vaca no ponto de dar cria, vêem que animais precisam ser vacinados, medicados, tratados. Lá pelas 8 da manhã, os homens retornam e, famintos, fazem um pequeno almoço, para em seguida retornar à lida. A lida nunca é a mesma porque muda à mercê das estações.

As atividades da fazenda são muitas, mas o que você não pode perder é o amanhecer fantástico no Pantanal - uma espécie de renascimento do ser. Os tons são como telas impressionistas em um horizonte sem limites. Não importa a quantas manhãs você assista. Elas sempre se renovam e nunca são iguais as do dia anterior. Saímos para o Safari - cedo pela manhã. Voltamos para o almoço e um descanso que refaz a alma. Ao fim da tarde, depois do pequeno lanche quando o sol amansa, saímos uma vez mais aos campos, cordilheiras, à pé, ou no veículo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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