O território de nossa exploração foi palco de uma das mais sofisticadas civilizações no hemisfério ocidental. O rico patrimônio remanescente de templos, praças, altares e estelas, entre outros, é objeto de visitação e interesses freqüentes. Entretanto, se os dias de glória deste vasto império há tempo desapareceram, seus descendentes, o Maias (cerca de 6 milhões) estão mais vivos do que nunca e sabem se fazer presentes. Em cada vilarejo, a exuberância das vestimentas, exibem uma composição que é veículo narrador das histórias, mitos e lendas de cada grupo étnico, além de estamparem sua linhagem e comunidade, as cores e o burburinhos dos mercados. Ponto de convergência e encontro de influências, mostra o sincretismo religioso local, a manutenção de crenças nas festas populares, o manejo das suas principais culturas. Toda esta pluralidade fascinante de povos acompanha igual diversidade na geografia do território dos Maia.
A proximidade de duas costas e o contraste das chuvas imposto pelo clima tropical num relevo variado criam variedades surpreendentes. O altiplano Guatemalteco, limitado pela cordilheira vulcânica de Sierra Madre, faz parte do "cinturão do fogo" das Américas, cuja formação montanhosa recente ainda em maturação é sujeita à grande movimentação.
Daí, a presença de trinta e sete vulcões, emoldurando a paisagem, os campos verdes, as planícies da selva, as florestas de pinhos e carvalhos em baixa latitude e as pradarias alpinas. Paisagens, sem dúvida, inesquecíveis.

12 DIAS DE VIAGEM

1º Dia: São Paulo / Panamá / Cidade da Guatemala / Antigua
Pela manhã, comparecimento ao Aeroporto Internacional de Guarulhos para embarque com destino ao Panamá. Chegada ao Panamá e conexão imediata para a Cidade da Guatemala. Chegada à noite, com recepção e traslado por terra (45min) para Antigua. Alojamento em Antigua.

2º Dia: Antigua
Uma das mais antigas e belas cidades das Américas, Antigua foi capital do país por 232 anos, até ser severamente atingida pelo terremoto de 1773. A cidade, no centro do vale de Panchoy, rodeada por montanhas e aos pés do vulcão Água, mantém o charme e personalidade do passado. O traçado urbano - modelo de uma arquitetura colonial barroca - erigiu conventos, edifícios públicos, antigas mansões, entre outros, cujo patrimônio tombado pela UNESCO convive

harmoniosamente com as vias pavimentadas, por onde desfilam tecelagens e artesanatos de cores vibrantes pares com as fachadas multicolores das habitações locais. Uma atmosfera que convida a se perder pelas ruas e labirintos. Pela manhã, visita a pé pela cidade. No percurso estão: a cidade colonial, Praça Central, Convento das Capuchinas, Catedral e Igreja de La Mercedes. À tarde, está programada visita ao museu dos trajes indígenas, ao museu da música pré-colombiana e à Casa Kojom.

3º Dia: Antigua / Chichicastenango / Panajachel
Pela manhã, partida por terra para Chichicaste-nango (2h30). À chegada, visita ao mercado. Cercado por vales e montanhas, a 2030 m de altitude, envolto em brumas e estrategicamente isolado, Chichi (como é popularmente conhecido) traduz a atmosfera do grande mercado, revelando um verdadeiro cerimonial. Imagine-se na praça central no Dia D.Todos reunidos, homens do campo, peregrinos, construtores, artistas populares, vendedores, mulheres magnificamente adornadas com vestimentas tradicionais, ritos pagãos nas preces cristãs, incensos para todo lado. Chichi é o grande mercado. Destaque para os tecidos Huipil e as máscaras esculpidas em madeira. À tarde, prosseguimos viagem para Panajachel. À chegada, alojamento.

4º Dia: Panajachel / San Andrés Xecul - Zunil / Panajachel
Pela manhã, partida por terra para San Andrés Xecul e Zunil. A estrada adentra mais profundamente as montanhas, ganhando altitude e desvendando um cenário ainda mais dramático. A região de Totonicapán inserida no mesmo cenário de beleza mas menos visitada, é um refúgio e tanto. Em meio a um vale luxuriante, vemos surgir o vilarejo quase como se fosse uma gravura aprisionada em tela. A igreja colonial, se sobressai entre as construções locais e, é um típico exemplo de uma mescla de ritos pagões num templo cristão. Visita à vila, seguida de partida para as Fuentes Georginas.
Em meio a imensas paredes de vegetação tropical, na base do vale, banho nas límpidas águas termais. Após o banho, retornamos a Panajachel. À chegada, alojamento.

5º Dia: Panajachel / Atitlan / Antigua
Situado a 1.562 km na região montanhosa de Sololá, com uma superfície de 130 km², o lago Atitlán é tido como um dos mais interessantes acidentes geológico - vulcânicos do planeta. Nos últimos 15 milhões de anos, formaram-se ali três cadeias vulcânicas justapostas: Atitlan, San Pedro e o Tolimán. A mais recente, de apenas 85 mil anos, foi a originada por uma gigantesca erupção. Geologia à parte, o lago, que já foi descrito como "o mais belo do mundo" é magnifico, tanto pela paisagem quanto pelo universo cultural dos pequenos povoados que vivem às suas margens. Pela manhã, travessia de barco do Atitlan para visita ao povoado de. Santiago Atitlán. Em seguida, partida por terra para Antigua. Chegada e acomodação em Antigua.

6º Dia: Antigua / Copan - Honduras
Cedo pela manhã, partida para Copan. Após os procedimentos de praxe, cruzamos a fronteira e nos dirigimos ao sítio arqueológico de Copan - a apenas 13 km da fronteira da Guatemala. A despeito dos poucos sítios arqueológicos existentes em Honduras, a riqueza dos monumentos em Copan - em particular das estelas (monumento monolítico destinado às inscrições ou esculturas) - é tão significativa, que o complexo é considerado um dos mais importantes nas terras já ocupadas pelos Maias. E denota o desenvolvimento de técnicas arquitetônicas mais evoluídas que as de Tikal e mais impressionantes do que Chichen Itza, na península de Yucatán. As esculturas estão presentes nos elementos arquitetônicos e de forma independente nas estelas e altares. O trabalho de entalhadura nas pedras apresenta intrincadas inscrições de hieróglifos e retratam em tamanho natural a figura de reis e a narrativa simbólica de suas ascensões ao trono. O vale de Copan foi habitado provavelmente antes do  primeiro milênio A.C, tendo em vista a presença de sepulturas com nítida influência dos Olmecas, que habitavam o golfo do México e ocupavam até a atual Costa rica, dominando a região até o surgimento dos Maias (cuja presença se verifica a partir do ano 400 AD, atingindo o seu apogeu entre os séculos V e XIX). Dia dedicado à exploração do sítio arqueológico, sepulturas e ao museu de esculturas Maia.

7º Dia: Copan / Quirigua / Rio Dulce
Pela manhã, partida por terra via Rio Hondo para Quirigua (3h). São apenas 67 km a norte de Copan. Entretanto, as condições da estrada e os procedimentos de fronteiras internacionais prolongam a jornada. Quirigua, às margens do Rio Motagua, tem a sua história, durante o período clássico da civilização Maia, intimamente relacionada à Copan. Apesar de, supostamente, ter sido colônia, Quirigua não repete Copan. Ao contrário, guarda algumas das mais originais esculturas do mundo Maia e as suas estelas zoomórficas têm as maiores dimensões já encontradas. Em seguida, partida por terra para Rio Dulce (1h). No caminho, visita ao Castillo de San Felipe (construído pelos espanhóis em 1652 para impedir os ataques de piratas franceses, ingleses e alemães) e à Finca Paraíso - o encontro de águas termais com as águas frias do rio forma uma piscina natural. Ideal para um mergulho.

8º Dia: Rio Dulce / Livingston / Rio Dulce / Flores
Pela manhã, deixamos a Vila de Rio Dulce atravessando a ponte para Fronteiras onde embarcamos na tiburonera (embarcação típica). Navegamos pelo El Golfete, por entre manguezais e densa vegetação; prosseguimos verso o Rio Dulce em direção ao mar do Caribe. A estreita passagem é composta por um desfiladeiro entre os íngremes paredões de calcários até que as águas do Rio Dulce encontrem as águas azuis do mar do Caribe. A chegada a Livingston surpreende, revelando um ambiente tipicamente caribenho. A população descendente de escravos africanos trazidos para o novo continente se mistura à população local e agrega língua, música e estilo de vida próprios. Regresso a Rio Dulce e partida para Flores (3,5h).

9º Dia: Flores / Tikal / Flores
Pela manhã, partida por terra para Tikal. Incrustada em meio a uma densa floresta tropical, a região de Tikal é considerada o "umbigo" da civilização Maia. De 300 A.C. a 900 D.C., foram erguidas 4.000 construções que se estendem por mais de 16 km². Incluem templos, palácios, pátios cerimoniais, pirâmides, casas residenciais, acrópoles, anfiteatros e esculturas, que o tempo preservou como testemunha de uma sofisticada civilização cujo conhecimento já foi comparado aos avançados povos da Grécia e Egito. Visita ao sítio arqueológico.

10º Dia: Flores / Guatemala
Manhã livre. À tarde, traslado ao aeroporto de Flores para embarque com destino á cidade da Guatemala. Á chegada, recepção e traslado ao hotel.

11º Dia: Cidade da Guatemala / São Paulo
Pela manhã, visita aos principais pontos de interesse turísticos da capital. Logo após traslado ao aeroporto para embarque com destino ao Panamá. No Panamá, conexão imediata para São Paulo.

12º Dia: São Paulo
Pela manhã, desembarque no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Ambergris Caye

A programação inclui: hotéis de categoria turística superior, apartamentos standard em quarto duplo com café da manhã incluso, todos os tours traslados privativos, guias locais falando espanhol, toda a estrutura necessária para as atividades propostas e vôos em classe econômica. Seguro viagem incluso.

Parte Aérea:
Preço por pessoa, do trecho aéreo (São Paulo / Panamá / Cidade da Guatemala / Panamá / São Paulo): a partir de US$ 944.00 + taxas aeroportuárias

Parte Terrestre:
Preço por pessoa, do trecho aéreo (Flores / Guatemala) e terrestre, em apto. duplo: US$ 2,385.00*
Adicional para acomodação individual: US$ 450.00*                                      *Valores em câmbio turismo
Participação mínima de 2 pessoas.

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