Como uma de suas marcas registradas, os percursos da Mundus Travel são profundos e densos, explorando toda a diversidade geofísica e antropológica das regiões que abordam. E, para tanto, fazem uso de todos os meios disponíveis para alcançar seus objetivos e o melhor rendimento em cada atividade proposta.

Por isso vem, com esta expedição, explorar ao máximo o complexo e belo Mali. Do ponto de vista antropológico, poucos países da África Sub-saariana podem responder ou competir com tamanha confluência de povos. Nos mercados do país e ao longo de nosso trajeto no Rio Niger, encontramos: os Wodaabés, com seus coloridos chapéus cônicos; as mulheres Bambaras e suas vestimentas multicolores; os Tuaregs, vestidos a caráter com seus tradicionais turbantes (Talgemust); os pescadores Bozo; e os Dogons, os meninos dos olhos deste trajeto.

O Mali é um país, onde se pode circular em segurança, revelando-se tranqüilo, acolhedor, sedutor, bem humorado e civilizado. Escolas, por exemplo, já estavam presentes na Falésia de Bandiagara, desde a mais remota incursão francesa para reconhecimento do território ocupado. E, ainda hoje, continuam seu desafio de reverter a alta taxa de analfabetismo local.

Na região, severidades climáticas persistem. E a dependência das inundações e da chuva ainda responde, de forma determinante, pela saúde e força das colheitas de cereais, amendoim e algodão, pela criação de gado bovino e ovino e pela agitação de seus principais portos e mercados.

Apesar do país freqüentar as mesmas incômodas estatísticas que classificam a África, a nosso entender (que visitamos e nos embrenhamos por outras regiões vizinhas), vê-se por todo o lado recursos e investimentos. Certamente há muito o que ser feito e um caminho longo a percorrer.

É neste sentido que o todo deve ser entendido. Nas capitais, temos o conforto nos padrões usuais sub-saarianos. Mas ao seguirmos para o interior, a estrutura vai diminuindo. E, como resposta às necessidades que surgem, a Mundus se faz presente com inteligência e suprimentos, minimizando o desconforto.

Nas vilas e acampamentos usados como suporte para a exploração da Falésia de Bandiagara, os tetos dos alojamentos são notoriamente conhecidos por acomodarem melhor do que os quartos disponibilizados pela hospedagem, cujas janelas são reduzidas. Usamos então os quartos como

apoio para guardar volumes, malas, documentos, equipamentos. E optamos por dormir a céu aberto, de cara para as paredes da falésia. Barracas estão disponíveis para quem prefira um mínimo de privacidade. Caso contrário, compartilhamos o local.

Em Koundou (base da exploração ao país Dogon, onde estão previstas duas noites do programa), os banheiros são decentes e bem mantidos. A água, apesar de manter-se à temperatura ambiente, é servida em baldes em quantidades satisfatórias. E a luz é de gerador, sendo desligada por volta das 23h - horário em que somos abraçados pelas estrelas.

Durante a navegação no Rio Niger, de piroga, levamos alimentos, água e suprimentos (lenha para aquecimento e cozimento), além do próprio cozinheiro, que juntos formam o conjunto essencial para esta travessia. Navegamos aproximadamente 10 horas por dia, num ritmo espartano. Há quem se incomode nas primeiras horas ou no primeiro dia, mas é impossível não se render aos encantos da paisagem, que minimizam qualquer dificuldade.

Entre os contra-tempos está o vento, que pode (geralmente acontece) soprar mais forte, respingando água (às vezes um pouco mais de água) a bordo. Estendemos então uma tela de palha, mas um anorak faz-se também indispensável.

Às vezes ainda, o rio é tão raso que encalhamos em seu fundo de areia e lama. Precisamos contornar e manobrar com os remos, até encontrar a passagem. A navegação pode, neste sentido, atrasar a chegada ao nosso destino.

Mas a bem da verdade, de maneira geral, navega-se com facilidade. As imagens da vida que se desenrola pelas margens, as pequenas vilas, a silhueta das dunas, as pequenas mesquitas, a compra do peixe fresco e os horários das refeições vão delineando nossa nova noção do tempo - um tempo que tem tempo para tudo.


O alicerce profissional
No que diz respeito à equipe que viabiliza esta expedição, a Mundus conta com profissionais que somam funções diversas, entre eles: condutores com experiência mecânica e especialistas em certas regiões. Desta forma, a Mundus visa minimizar rigores e imprevistos desta viagem. E segue o critério que norteia as demais expedições da empresa, enfatizando o maior aproveitamento de todas as atividades propostas.


Infra-estrutura e equipamentos
Essa expedição conta com: os melhores veículos 4x4, com ar condicionado, lonas de isolamento para a proteção de bagagens, excelentes barracas para 2 pessoas, colchões de uso diário e outros para o uso noturno, tratamento adequado da água para consumo, sacolas térmicas para acondicionamento de líquidos até quando o reabastecimento de gelo é disponível, carregadores, guias de trekking e guias de apoio.

Além disso, a Mundus montou um cardápio de alimentos que respondem por refeições balanceadas. O café da manhã é composto de geléia, queijo, chá, café, cereal e leite em pó. No almoço e jantar, estão previstas saladas variadas, lavadas com iodine, além de peixe, carne, caldos, legumes (tratados de maneira apropriada), bolos, biscoitos, frutas, aperitivos e sucos. Todos os talheres, louças e equipamentos de cozinha estão em excelente estado de uso, sendo estes reservados para atendimento aos clientes da Mundus.

Veículos
Também é imprescindível que a carga (bagagem) de cada participante seja igualmente calculada de forma a otimizar os itens transportados. Veja nossa lista de sugestões para bagagem.

 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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