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O Mali
é um país, onde se pode circular em segurança,
revelando-se tranqüilo, acolhedor, sedutor, bem humorado
e civilizado. Escolas, por exemplo, já estavam presentes
na Falésia de Bandiagara, desde a mais remota incursão
francesa para reconhecimento do território ocupado.
E, ainda hoje, continuam seu desafio de reverter a alta taxa
de analfabetismo local.
Na região,
severidades climáticas persistem. E a dependência
das inundações e da chuva ainda responde, de
forma determinante, pela saúde e força das colheitas
de cereais, amendoim e algodão, pela criação
de gado bovino e ovino e pela agitação de seus
principais portos e mercados.
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Apesar
do país freqüentar as mesmas incômodas estatísticas
que classificam a África, a nosso entender (que visitamos
e nos embrenhamos por outras regiões vizinhas), vê-se
por todo o lado recursos e investimentos. Certamente há
muito o que ser feito e um caminho longo a percorrer.
É
neste sentido que o todo deve ser entendido. Nas capitais,
temos o conforto nos padrões usuais sub-saarianos.
Mas ao seguirmos para o interior, a estrutura vai diminuindo.
E, como resposta às necessidades que surgem, a Mundus
se faz presente com inteligência e suprimentos, minimizando
o desconforto.
Nas vilas
e acampamentos usados como suporte para a exploração
da Falésia de Bandiagara, os tetos dos alojamentos
são notoriamente conhecidos por acomodarem melhor do
que os quartos disponibilizados pela hospedagem, cujas janelas
são reduzidas. Usamos então os quartos como
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apoio
para guardar volumes, malas, documentos, equipamentos. E optamos
por dormir a céu aberto, de cara para as paredes da
falésia. Barracas estão disponíveis para
quem prefira um mínimo de privacidade. Caso contrário,
compartilhamos o local.
Em Koundou (base da exploração ao país
Dogon, onde estão previstas duas noites do programa),
os banheiros são decentes e bem mantidos. A água,
apesar de manter-se à temperatura ambiente, é
servida em baldes em quantidades satisfatórias. E a
luz é de gerador, sendo desligada por volta das 23h
- horário em que somos abraçados pelas estrelas.
Durante
a navegação no Rio Niger, de piroga, levamos
alimentos, água e suprimentos (lenha para aquecimento
e cozimento), além do próprio cozinheiro, que
juntos formam o conjunto essencial para esta travessia. Navegamos
aproximadamente 10 horas por dia, num ritmo espartano. Há
quem se incomode nas primeiras horas ou no primeiro dia, mas
é impossível não se render aos encantos
da paisagem, que minimizam qualquer dificuldade.
Entre
os contra-tempos está o vento, que pode (geralmente
acontece) soprar mais forte, respingando água (às
vezes um pouco mais de água) a bordo. Estendemos então
uma tela de palha, mas um anorak faz-se também indispensável.
Às
vezes ainda, o rio é tão raso que encalhamos
em seu fundo de areia e lama. Precisamos contornar e manobrar
com os remos, até encontrar a passagem. A navegação
pode, neste sentido, atrasar a chegada ao nosso destino.
Mas a
bem da verdade, de maneira geral, navega-se com facilidade.
As imagens da vida que se desenrola pelas margens, as pequenas
vilas, a silhueta das dunas, as pequenas mesquitas, a compra
do peixe fresco e os horários das refeições
vão delineando nossa nova noção do tempo
- um tempo que tem tempo para tudo.
O
alicerce profissional
No que diz respeito à equipe que viabiliza esta expedição,
a Mundus conta com profissionais que somam funções
diversas, entre eles: condutores com experiência mecânica
e especialistas em certas regiões. Desta forma, a Mundus
visa minimizar rigores e imprevistos desta viagem. E segue
o critério que norteia as demais expedições
da empresa, enfatizando o maior aproveitamento de todas as
atividades propostas.
Infra-estrutura e equipamentos
Essa expedição conta com: os melhores veículos
4x4, com ar condicionado, lonas de isolamento para a proteção
de bagagens, excelentes barracas para 2 pessoas, colchões
de uso diário e outros para o uso noturno, tratamento
adequado da água para consumo, sacolas térmicas
para acondicionamento de líquidos até quando
o reabastecimento de gelo é disponível, carregadores,
guias de trekking e guias de apoio.
Além
disso, a Mundus montou um cardápio de alimentos que
respondem por refeições balanceadas. O café
da manhã é composto de geléia, queijo,
chá, café, cereal e leite em pó. No almoço
e jantar, estão previstas saladas variadas, lavadas
com iodine, além de peixe, carne, caldos, legumes (tratados
de maneira apropriada), bolos, biscoitos, frutas, aperitivos
e sucos. Todos os talheres, louças e equipamentos de
cozinha estão em excelente estado de uso, sendo estes
reservados para atendimento aos clientes da Mundus.
Veículos
Também é imprescindível que a carga (bagagem)
de cada participante seja igualmente calculada de forma a otimizar
os itens transportados. Veja nossa lista de sugestões
para bagagem. |