Flâmulas de oração - São um dos mais populares símbolos budistas. Faziam parte dos ritos ancestrais de oferendas às entidades nas montanhas, sendo uma prática cuja origem é anterior ao budismo.

A entrada nos monastérios - Simboliza a passagem do mundo profano para o mundo sagrado. Por isso, fique atento e não pise nos batentes ou soleiras.

Templo Jokhang - É o centro espiritual do Tibet.

Lago Yamdrok Tsho - É considerado um dos mais sagrados lagos do Tibet. Via satélite, sua fotografia revela uma forma de escorpião que, em seu simbolismo, abre caminhos nos vales profundos.

A roda de Dharma sobre as gazelas - As gazelas são um símbolo da religião budista. Representam o primeiro sermão de Buda para seus discípulos, ocorrido no jardim das gazelas - em Sarnath, Índia.

Cham - É a dança sagrada.

A imagem de Buda pintada na pedra de frente para um pequeno lago, na estrada que nos leva do aeroporto para Lhasa, é considerada, há séculos, um marco da peregrinação de todo o país até a entrada da capital.

A famosa estrela na frente do templo Jokhang - Contém parte do texto que registra um pacto de reconhecimento das fronteiras tibetanas. O acordo mútuo de não-violência foi assinado entre o rei do Tibet e o imperador da China entre os anos de 821 e 822.

Songtsen Gampo - Foi o primeiro rei tibetano reconhecido historicamente (649 d.C.). Foi responsável pela transferência da capital para Lhasa e é considerado o introdutor do budismo no país. Geralmente, sobre o chapéu que lhe cobre a cabeça, vê-se uma pequena imagem de Buda.

Iaques pastando no inverno

Iaques - É uma espécie de boi peludo até os cascos. São a base da economia tibetana e apresentam múltiplas aplicações: manteiga de iaque no chá, carne de iaque no cozido, soro de leite de iaque nos alimentos, o picante iogurte de iaque para limpar a garganta, casacos de lã de iaque, tapetes de lã de iaque, selas de couro de iaque, botes de pele de iaque.

Cevada - Representa a principal colheita tibetana. Depois de tostada ligeiramente, é moída e misturada com chá quente e manteiga de iaque derretida, compondo uma iguaria tibetana: o Tsampa. O cereal umedecido com chá também forma grânulos comestíveis, que servem para fazer chang, uma espécie de cerveja. Quando destilado, o chang transforma-se em áraque, uma bebida ainda mais forte.

As tranças dos cabelos das mulheres tibetanas - Longas e belíssimas, geralmente atingem a soma de 108 gomos, em respeito ao número de qualidades sagradas que, dizem, compõem uma mente iluminada.

Tanka - É um quadro simbólico pintado sobre seda.

Mandala - São pinturas simbólicas cujo objetivo é a interiorização. O centro da mandala representa o espírito livre.

Mahayana (budismo do Grande veículo) - Diz respeito à totalidade da metafísica tibetana.

Nirvana - Ao contrário do que se pensa, não atingimos o nirvana. Mas o realizamos após a experiência da iluminação. Nesse estado, a consciência global, de calma e paz, não é afetada pelo pensamento e seus fenômenos inerentes. Cessação imediata de todos os desejos.


 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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