Cruzeiro pelo ZambezeLago Kariba Victoria Falls as Cataratas No Coração do Delta do Okavango Acomodações ancoradas sobre as águas do Lago Kariba

O que dizer de um país cujo nome correto procuramos identificar titubeando? Birmânia, Burma ou Myanmar?
Alguns ainda o chamam pelo nome do antigo reino de Birmânia, rejeitando a legitimidade do governo, que mudou o nome do país a fim de dissipar as imagens de um sangrento golpe de Estado em 1988.  O novo nome, Myanmar, se reporta a uma lenda antiga, segundo a qual os Bya Ma - bons espíritos - teriam criado Myan Ma.
Independente do nome que se fale, não há dúvida de que estamos diante de um dos mais reclusos países do sudeste da Ásia. Pela obra dos homens de sua história e de seu governo, Myanmar permanece mergulhada na reclusão de seus templos e pagodes, com cúpulas de ouro e pedrarias, símbolos da realeza, da abundância e da contradição? A quem serviriam todas essas riquezas? À fé que se reflete por todos os lados nas longilíneas silhuetas que se movem graciosas em trajes minimalistas e nos gestos de modéstia e simplicidade, certamente não! Um povo, um sorriso enigmático, carismático, misterioso, profundamente religioso.

19 DIAS DE VIAGEM

1º dia: São Paulo / Paris
À tarde, comparecimento ao Aeroporto Internacional de Guarulhos para embarque com destino a Paris.

2º dia: Paris / Bangkok
Chegada à capital pela manhã. Á chegada, utilizando os serviços de shuttle - service do hotel, comparecimento ao hotel nas imediações do aeroporto, para descanso. Manhã e tarde livres para explorações independentes. Fim do dia, utilizando os serviços de shuttle do hotel, comparecimento ao aeroporto para embarque com destino a Bangkok
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3º dia: Bangkok / Rangum - Yangoon (Capital da Birmânia)
Chegada a Bangkok ao fim da manhã. Em Bangkok recuperamos nossas bagagens. Teremos 04 horas de espera para o próximo check - in e embarque com destino a Rangum, capital da Birmânia. À chegada, recepção e traslado ao hotel.

4º dia: Rangum
Pela manhã, visita à capital. Diz-se que só ela abriga mais de dois mil templos espalhados pela cidade. Suas cúpulas douradas ofuscam a vista e abrigam alguns dos mais belos exemplos da arte budista., a qual vamos buscar nos pagodes Sule, um dos mais antigos do país, e em Shwedagon, um dos mais deslumbrantes monumentos religiosos do mundo. A cúpula dourada de Shwedagon eleva-se 98 metros acima de sua base e é coberta com 60 toneladas de ouro puro.  Entretanto, a relíquia maior do pagode são os oito fios de cabelo do Buda. Ainda, incursionamos pela arquitetura da cidade, herança deixada pelos ingleses. Vemos as habitações tradicionais, típicas casas de madeira e janelas entalhadas. Ao fim do dia, visitamos o mercado Bogyoke (Scott´s), onde os muitos aromas nos confundem: o incenso e as especiarias. Concluímos nossa visita passeando pelo  jardim da cidade.

5º dia: Rangum / Bagan
Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque no vôo com destino a Bagan. À chegada, recepção e traslado ao hotel. Após, dia de visita à cidade. A antiga capital Birmanesa dos séculos IX a XIII, guardava mais de 8.000 pagodes, que se estendiam imponentemente ao longo do rio Irrawaddy. Hoje, mais de 2 mil templos e 10 mil monumentos budistas  constituem um dos maiores e mais fascinantes patrimônios arquitetônicos templários de toda a Ásia. São 40 km² de templos e pagodes. O dia começa com as visitas aos mais importantes templos: Manuha, construído ao estilo Mon; Nanbaya, erigido em pedra e areia, também dito ter sido o palácio do rei Manuha; Myingaba Gu Byaukgyi, sob a proteção da Unesco. Também visitamos o ateliê da Laca, próximo à aldeia Myinkaba. Fim do dia nos arredores de Bagan, onde observamos o pôr-do-sol.

6º dia: Bagan
Cedo pela manhã, teremos a oportunidade de sobrevoarmos Bagan de balão. Após, exploramos o agitado mercado local. Em seguida, mais incursões aos principais templos: Shwezigon, Gubyaukgyi, Gyi, Tayokepay, Thone e Nandamanya - os dois últimos na aldeia Min Nan Thu. À tarde, visitamos o centro de meditação Kyat Kan e muitas das aldeias de cultivo ao redor de Bagan
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7º dia: Bagan / Cruzeiro pelo Rio Irrawaddy

Ao fim da manhã, traslado ao píer e embarque no “Flotilla” RV Pandaw, construído nos moldes da embarcação escocesa original a vapor, cujo modelo e design foram considerados ideais em termos de navegabilidade no Irrawaddy - também conhecido por Ayeyarwaddy. A nova frota reconstroi  o ambiente de estilo colonial: madeira de teca, janelas rendilhadas, cadeiras de repouso em Ratan, quartos espaçosos com banheiro privativo (todos os elementos cuidadosamente pensados). No seu interior, mantém a coleção de gravuras que registram  a saga e a história das embarcações. É neste hotel flutuante que vamos deslizar em certo estado de encantamento - imagino -  sobre as águas do rio que se estende ao longo de 2.000 km. É sobre as margens deste colosso que se deitam os campos de arroz. O rio, navegável em quase toda a sua extensão durante todo o ano, sempre foi o caminho do encontro e, quando o país esteve sob o domínio britânico, eram transportados pela frota nove milhões de passageiros anualmente. O dia é para nos deleitarmos.  Homenagem a Joseph Conrad em Lord Jim.“ Um homem que nasce, cai em um sonho como um homem cai ao mar. Se ele emergir ao ar livre, como tentam as pessoas inexperientes, ele se afoga.... Não! O caminho é ...seguir o sonho, é mais uma vez seguir o sonho.
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8º dia: Cruzeiro pelo Rio Irrawaddy
Dia de navegação.

9º dia: Cruzeiro pelo Rio Irrawaddy / Mandalay
Pela manhã, desembarque em Mandalay. Recepção no pier, traslado ao hotel para um banho rejuvenescedor. Após, iniciamos nossa exploração à cidade mais ao norte de Myanmar e às suas paisagens de campos verdejantes. Mandalay recebe o nome das montanhas a nordeste, há muito consideradas sagradas. A antiga capital do império foi fundada pelo rei Mindon, em 1857. A edificação, planejada pelo rei para aquela que seria a nova capital, parte em forma de fortificação, protegida por um conjunto de muralhas em forma de quadrado (cujo acesso foi concebido pela passagem de 12 portas, três de cada lado, a igual distância umas das outras). No topo das muralhas, 48 pavilhões de madeira. O fosso ao redor da cidade tem uma largura de 68,4 metros e uma profundidade de 33,4 metros e é atravessado por 4 pontes que conduzem às portas principais. No itinerário do dia, visita ao famoso Buda Maha Muniu. O mais visitado dos pagodes da cidade é reconhecido por sua sagrada imagem, proveniente de Rakhine, na costa ocidental do país, de quem se diz tratar-se não de uma mera representação do Buda, mas sim de um ícone sagrado. Em seguida, visita ao palácio-monastério Shwe Nan Daw Kyaung, símbolo genuíno das clássicas construções em madeira. Veremos o Kuthodaw, conhecido como o maior dos livros, composto por monólitos em folhas de mármore que contêm os ensinamentos do Buda. Continuamos pelos caminhos do píer para acompanharmos a vida que se desenrola às margens do rio. Entramos em contato com as kalagas, arte tipicamente birmanesa de tapeçarias bordadas no veludo e seus artesãos.

10º dia: Mandalay / Amarapura / Mandalay
Pela manhã, partida por terra para Amarapura. Nosso destino é o reconhecido Mosteiro de Mahagandayon, com sua população monástica. Prosseguimos para U Bein, a ponte de madeira construída nos tempos em que Amarapura era a capital real. Em seguida, o Monastério de Bagaya, em visita à famosa coleção de estátuas de Buda.  Do monastério Bagaya, em curto trajeto de barco, visitamos Inwa (Ava), a capital formal, conhecida pela sua beleza. Visita às ruínas do palácio da torre inclinada. No percurso, também visitaremos os monastérios Bozan e Bagayar. Ao fim do dia, nos dirigirmos aos montes Sagaing, refúgio para devotos budistas, para mais um clássico pôr-do-sol birmanês. Após, retornamos para Mandalay.

11º dia: Mandalay / Mingun / Maymyo
Pela manhã, partimos por barco, em trajeto de uma hora, pelos caminhos do rio Ayeyarwaddy até Mingun, onde visitamos o sino de Mingun (o maior sino de bronze do mundo ainda intacto), a bela Hsinbyume Paya e o pagode de Mingun Paya (construído com a intenção de ser um dos maiores pagodes, porém inacabado). A essa altura, você já percebeu que a Birmânia é fervorosamente budista. Antes que lhe venha a sensação de que há muitos pagodes e monastérios no seu itinerário, é bom esclarecer que para compreender a alma do lugar é preciso comparecer às menores, maiores, solitárias ou complexas edificações templárias, onde a população comparece em gestos diários ininterruptamente, sem obrigação e prazerosamente. Locais de encontro, celebração, cerimônias. Há pagodes para todos os tipos, gostos, idades e muita celebração. Após o almoço, partida por terra (80 km - 2 horas) em um percurso à estação balneária dos ingleses durante a ocupação nos montes de Pyin Oo Lwin (Maymyo). Rodeada por lago, cachoeiras, jardim botânico e construções da era colonial, sua avenida principal é parte da famosa rodovia que vai a Burma, traçando os caminhos do encontro e do comércio na direção de Lascio e, mais adiante, da fronteira chinesa.

12º dia: Maymyo / Mandalay
O dia em Pyin Oo Lwin tem início com nossa visita aos prédios da era colonial no centro da cidade e ao mercado. Em seguida, prosseguimos ao Candacraig Hotel, antiga construção típica das áreas rurais. Lá, saboreamos chá ou café com tempo para as fotografias. Podemos também verificar a colonização inglesa nas terras do ouro, imortalizada em formas de jardim, cujas espécies cultivadas se beneficiam do clima ameno e agradável. Nossa parada estratégica é de meia hora, antes do almoço. Depois visitamos as cavernas de Peik Khyin Myaung, sagradas desde tempos imemoriais. Terminamos em Maymyo, explorando um vinhedo, e retornamos por terra a Mandalay.

13º dia: Mandalay / Heho / Pindaya / Kalaw
Pela manhã, traslado ao aeroporto e embarque em um vôo de curta duração para Heho. Chegada, recepção e partida por terra para Pindaya, num percurso entre as montanhas e os campos de mostarda (65 km - 1½ hora). Paramos e nos entretemos com o ambiente rural. Também vamos observar a confecção dos tradicionais guarda-sóis de papel. À tarde, prosseguimos por terra para Kalaw, em plena área rural: nossa base para explorarmos os povos da montanha. À chegada, acomodação. À tarde, caminhamos pela cidade
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14º dia: Kalaw / Trekking às aldeias Paluang / Inle Lake
Pela manhã, partimos para nossa caminhada às aldeias Palaung e suas habitações comunais. O dia é entre as tribos da montanha. À tarde, partida por terra para Inle Lake. Chegada e acomodação.

15º dia: Inle Lake
Chegou enfim a hora: imagine um lugar onde tudo flutua, os homens e seus mercados, seus templos e pagodes, suas plantações, casas, aldeais. Neste plácido encontro entre o homem e o lago, o ritmo do movimento é dado por um balé aquático. Dia de exploração ao Inle Lake.

16º dia: Inle Lake / Indaing / Heho / Yangon
Pela manhã, navegamos ate Indaing. À tarde, prosseguimos por terra diretamente ao aeroporto e embarque para Yangoon. À chegada, recepção e traslado ao hotel.

17º dia: Yangon / Bangkok / Paris
Manhã livre. À tarde, traslado ao aeroporto e embarque no vôo com destino a Bangkok. Em Bangkok, após breve espera, embarque no vôo com destino a Paris.

18º dia: Paris / São Paulo
Chegada em Paris pela manhã. Não há traslados na capital. À noite, comparecimento ao aeroporto Charles de Gaulle para embarque no vôo com destino a São Paulo.

19º dia: São Paulo
Pela manhã, chegada ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

A programação inclui: Hotéis de categoria luxo em Rangon, primeira em Mandalay e Bagan, superior em Maymyo e Inle lake e o barco de primeira categoria. Apartamentos standard com sistema de meia-pensão; todos os tours, traslados privativos entre hotéis e aeroportos, exceto na capital européia; guias locais falando inglês (ou espanhol sempre que houver disponibilidade); todos os vôos em classe econômica. Seguro saúde incluso.

Parte Aérea:
Preço por pessoa - trecho (São Paulo / Paris / Bangkok / Rangum / Bangkok / Paris / São Paulo):
a partir de US$ 2,097.00

Parte Terrestre:
Preço por pessoa em apto. duplo, incluindo trecho aéreo (Rangum / Bagan // Mandalay / Heho / Rangum) e terrestre:
US$ 3,255.00*
Adicional para acomodação individual: US$ 925.00*                                                    *Valores em câmbio turismo.
Participação mínima de 2 pessoas.

Aguarde...em breve !